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Pare. Analise. Simplifique.

Postado em 14/07/2011

Você já deve ter passado muito por isso. O cliente solicita um trabalho na área de design, publicidade etc. Então você analisa o briefing, coloca tudo no papel, estuda a melhor forma de fazer tudo para que o cliente tenha o melhor resultado. Você apresenta o trabalho para ele infinitas vezes e ele solicita que você mude “uma coisinha ou outra” o tempo todo. Será que não seria mais fácil se tudo fosse mais simples?

Por Alexandre Bigaiski

A comunicação e o design são, muitas vezes, atividades complexas que englobam infinitos fatores como estudo do público-alvo, tipografia, cores, formato do material (folder, flyer, cartão de visita, tag, panfleto, cartaz...), tamanho da fonte, marketing, psicologia etc. Mas, às vezes, as coisas podem e devem ser simplificadas, sem ignorar, é claro, as teorias da comunicação e/ou design.

A base de tudo é: se não precisa complicar, não complique. O minimalismo é uma tendência há um tempo já. Quanto mais simples, melhor, desde que seja funcional. Um material – seja físico ou digital – limpo (clean) é gostoso de ver e não cansa os olhos.

Já pensou em um cartão de visita, folder ou qualquer outro tipo de material que tenha nome, endereço físico, endereço de internet, endereço de e-mail, telefone residencial, telefone comercial, telefone celular, cargo na empresa, o seu logotipo, slogan e a lista de serviços que ela presta? É muita informação para pouco espaço. Coloque em um material somente aquilo que for realmente necessário.

Para ilustrar melhor a situação de um briefing simples, mas que as pessoas tornam complicado, assista o vídeo abaixo. Além de ilustrar bem a situação ainda é bem engraçado.

Gostou? Aproveite e deixe o seu comentário.

Abraços e bons negócios.

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  • Mauro Lang disse:

    Bom dia!
    O assunto é até rotina para quem trabalha na área e briefing é sempre bem vindo. O problema é que a maioria dos clientes não sabem exatamente o que querem, daí é alteração que não acaba mais.

    Acho que as pessoas estão ficando cada vez mais preguiçosas e querem que você pense TUDO por ele. Não é bem assim, nosso papel é transformar a idéia do cliente.

    Imagine que nesta semana o cliente queria que eu criasse o nome da empresa dele, e vira e mexe ocorrem situações desse tipo.

    Tenho outro cliente que tem uma agência digital, 2 redes de lojas em shoppings, é um cara esclarecido, cheio de idéias, só que ele confunde as coisas. Ele quer que eu pense campanhas para as marcas dele, que eu pense as transformações nas lojas dele. Pôxa, não sou publicitário, arquiteto ou decorador, Sou um mero Designer Gráfico, Arte-Finalista e Emrpesário que tem idéias, mas muito, muuuiiiito longe de ser um Olivetto.

    Em vários trabalhos, para não perder tempo e dinheiro, já calculo o valor incluindo o tempo gasto com alterações, deslocamentos, etc. Se o projeto for aprovado logo de primeira, beleza, o lucro é maior.

    Esta é uma rotina de louco, mas adoro toda essa loucura!!!

    • Olá, Mauro. E haja paciência para viver essa rotina né? 🙂 Mas é assim mesmo. No final das contas, a gente gosta!
      Obrigado pelo seu comentário.
      Abraços e bons negócios.

    • Márcio Serpa disse:

      olá boa noite!
      me diga como fazer para cobrar um trabalho como este
      quanto custaria que argumento vc usaria para cobrar um trabalho como este ? se puderem responder vai ajudar muito.
      valeu pessoal.

  • Jéferson Krause disse:

    Ótimo post!

    Parabéns pelo trabalho feito neste blog!

    Quanto ao tema acima, eu acho que falta as vezes também um pouco de suporte ao cliente por parte do designer, afinal de contas, se chamam a gente é porque querem uma ajuda profissional. Nesse momento que entra a sua experiência e também todo o seu conhecimento. Já trabalho no ramo há mais de 10 anos e tudo que vejo é que quando conseguimos mostrar para o cliente que o nossa opinião está apoiada nos modelos e tendências de mercado, ganhamos autonomia para guiá-lo ao objetivo principal. Tentar satisfazer o cliente sem contestá-lo quando necessário só irá desvalorizar todo seu esforço para manter-se atualizado e causará uma tremenda perda de tempo.

    Sei que as vezes temos vontade de pegar alguns clientes pelo pescoço, mas parem e pense um pouco…o causador dessa situação, pode ser você mesmo.

    • Olá Jéferson. Realmente, às vezes a própria pessoa é causadora dos problemas e não se dá conta disso. Obrigado pelo ótimo comentário.
      Abraços e bons negócios.

  • Walmir Medeiros disse:

    Bacanas e pertinentes os comentários anteriores sobre mais esse bom artigo. São essas coisas que me levam também a crer que devemos nos esforçar em mostrar ideias poderosas dentro de nosso trabalho. Corroborando com o comentário de Mauro: Realmente, quanto mais puderem sugar nossas “forças”, melhor para eles (os clientes). Por isso, nosso estudo para argumentar de forma convincente (e dar um bom suporte como disse Jéferson) é muito importante. Olha… é muito difícil a gente dizer NÃO para um cliente. Parece que o mundo vai cair e que, por ser “freela”, todos vão desaparecer e aquela grana fará falta… Mas o mais interessante é que depois de alguns meses, até anos, está lá o cliente ligando pra você novamente e falando de sua má experiência com outros no mercado.

    • Olá, Walmir.

      Excelente comentário. A gente sempre tem que equilibrar as coisas. Nem sempre os clientes têm razão, e nem sempre os profissionais também têm. Aí vai depender da situação.

      Obrigado pelo seu comentário e boa tarde.

  • Eduardo Fazio disse:

    Eu acho que temos também que ser expressivos quanto as idéias, e procurar saber dizer aos clientes que talvez o caminho melhor não seja aquele em que ele quer ir, claro , ante disso o profissional tem que ser gabaritado para poder afirmar, ter muita autoconfiança além de que o outro caminho realmente seja o melho. O minimalismo é muito interessante, pode ser aplicado em várias situações até mesmo em gestão.

    • Olá, Eduardo.

      Verdade. O minimalismo pode ser aplicado, se não em tudo, na maioria das nossas atividades cotidianas. E sim, de qualquer forma o profissional tem de ser gabaritado para poder fazer o seu trabalho corretamente.

      Obrigado pelo seu comentário e boa tarde.

  • Rafael Bornia disse:

    Mauro, sempre enfrento este tipo de situação e sei por experiência própria que não é nada fácil quando o cliente exige além de onde alcançamos e temos que ter uma idéia á altura e que realmente funcione. Situação pior é quando o cliente insiste em uma idéia que você sabe que não vai funcionar, e toda vez que você tenta melhorar a idéia ele acaba resistindo a qualquer alteração.
    Nessas situações, tenho feito algo que está dando certo. Primeiro tento conversar bastante com o cliente, assim posso pegar as idéias que ele acha interessante e adaptar algumas coisas em algo que realmente funcione, o desenvolvimento vai ficar com “a cara do cliente,” mas também com sua experiência de trabalho que vai garantir que a idéia funcione. No final, o cliente acaba aprovando sua idéia de primeira e aí é só finalizar algumas pequenas alterações. Se o cliente for esclarecido, esta conversa pode ser bem produtiva e ele mesmo pode te passar tudo o que você precisa para acertar de primeira, aliás, ele entende do ramo em que trabalha e não há ninguém melhor para lhe auxiliar nesta hora. Caso o cliente te passe uma idéia que não funciona, faça a dele e uma outra idéia para mostrar que a sua vai funcionar mais. Se ele insistir á todo custo, paciência, faça o serviço da forma que ele quer, apesar de seu nome também estar em jogo. Talvez da próxima vez ele te escute e confie mais em você. As vezes se esforçar da primeira vez pode poupar trabalho na segunda vez, pois o cliente passa a confiar no seu tabalho.
    Já escutei coisas do tipo: “faz lá do seu jeito que eu confio em você”

    • Olá, Rafael.

      Realmente a conversa, com jeito, é o melhor a se fazer. O cliente precisa entender que o seu trabalho vai dar certo.

      Abraços e bom dia.


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